O Trabalho

Por melhor qualidade de convivência em sociedades

Para gente, estar vivo significa participar de dois sistemas: o biológico e o cultural.

Sociedades são a consequência da relação de um com o outro. Insatisfação também.

Entender os fundamentos desde onde pensamos o que pensamos é entender como desenhamos a vida que vivemos e convivemos no nosso dia a dia; é entender como desenhamos sociedades.

Sociedades são desenhadas pela língua porque é assim que gente costura relações no espaço e tempo que biológico e cultural acontecem.

Língua é dimensionada pelo pensamento. E aqui entra o trabalho que fazemos.

Inspiramos, por vezes, provocamos jeitos de pensar a fim de promover transformações sociais estruturais.

Como?

Cuidando de reconhecer paradigmas, imaginar o que ainda não é nem está, experimentar performances, observar intenções e consequências, dar atenção a desejos, ensaiar formulações de problemas e avaliar se as formulações levam a soluções desejáveis; entender o uso da língua; investigar os fundamentos desde onde pensamos o que pensamos, dizemos o que dizemos, fazemos o que fazemos.

Sim, nosso trabalho é recursivo e orientado pela imaginação! E ele existe porque nosso desejo é  “eus” e “vocês” estarmos “nós” em vida.

Todo desejo tem fundamento humano e é aí que nós nos encontramos e podemos nos mobilizar para criar as sociedades que queremos, em que a orientação possa ser a expressão do desejo  e realização da satisfação de cada um que forma o todos.

Isso é conversa.

Sociedades são projetos porque nascem de gente fazendo cultura – sempre. Por isso, participação é bem fundamental, com consciência e intenção.

Assim, desenho de sociedade – desde 2008 um trabalho único que abrange pesquisa e produção de conhecimento, promoção de encontros e atividades variadas, formação de colaboradores.

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